sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Os Pais e a Catequese - Folder para a distribuição para os Pais dos Catequizandos

      Continuando o post anterior, agora apresento para vocês outro folder muito interessante e importante. Este folder fala para os pais dos catequizandos o que é o catequizar.
      É muito importante que os Pais sejam os primeiros catequistas de seus filhos e que não confiem a educação cristã, moral e religiosa somente aos catequistas.
      Fica a dica e a oportunidade para fazer este material circular entre as famílias dos catequizandos, ainda mais neste comecinho de ano!!!!!

     Um abraço forte em Jesus e um ótimo fim de tarde!!!!

      Layse



01.    É verdade que a catequese começa em casa?
Sim. A catequese sempre começa em casa. Pode começar com a participação dos pais, ou apesar da omissão deles.

02.    Quando os pais se omitem na catequese dos filhos?
Os pais se omitem na catequese dos filhos quando não se preocupam com ela, ou quando, mesmo sabendo que têm como missão educá-los na fé, transfere-na para outras pessoas, ou para a comunidade.

03.    Quando os pais participam da catequese dos filhos?
Os pais participam da catequese dos filhos quando são para eles testemunhas de que Deus é Alguém importante e bom.

04.    Quando os pais começam a catequizar os filhos?
Os pais começam a catequizar os filhos a partir do momento em que os concebem. Ao dar vida a um novo ser, o pai e a mãe dão início a um relacionamento com esse novo ser; se o amam, inclusive amando um ao outro, fazem com que o ser em gestação sinta e receba o amor, amor este que facilitará o seu desenvolvimento, nascimento, crescimento e amadurecimento humano e espiritual.

05. Amar é uma forma de catequizar?
Sim! Amar é uma forma de catequizar. O amor humano torna-se no ser amado um reflexo do amor divino. Quem é amado, inclusive quando ainda está no ventre materno, mais tarde estará aberto para amar e deixar-se amar pelo próximo e por Deus.

06.   Como os pais podem catequizar os seus filhos?
Os pais podem e devem catequizar os filhos amando-os sempre, em todas as circunstâncias da vida. E porque os amam, os amparam e orientam, sendo para eles um caminho privilegiado para que conheçam e amem a Deus.

07.   De que forma os pais catequizam os filhos ao buscar a Deus?
Os pais catequizam os filhos quando buscam a Deus porque mostram a eles que existe Alguém que merece ser procurado e amado. Os filhos que crescem vendo – e acompanhando – os pais que vão à Igreja, descobrem que Deus está onde a comunidade está reunida; os filhos que crescem vendo os pais que rezam em casa abrem-se ao divino, e entendem que Deus é Pai/Mãe de todos. Não há melhor lição de catequese para os filhos do que ver seus pais ajoelhados, em oração.
08.   De que forma os pais catequizam os filhos falando a eles de Deus?
Os pais catequizam os filhos falando a eles de Deus quando, aos poucos, vão revelando a presença Dele no mundo, a começar pelas orações que ensinam, pelas primeiras palavras que dizem a eles sobre a bondade divina, no gesto simples mas marcante de fazer o sinal-da-cruz. Ao unir o que ouvem ao que vêem os seus pais fazendo, as crianças despertam para a presença de Deus, e dispõem-se a procurá-lo a respeitá-lo e a amá-lo.

09.   De que forma, ao amar um ao outro, os pais catequizam os filhos?
O amor entre esposo e esposa – pai e mãe – abre o coração dos filhos para o amor a Deus. Ao descobrir o amor existente em casa, os filhos passam a acreditar nele. A partir daí desenvolvem a auto-estima e amadurecem a partir de dentro, projetando-se como seres que existem para amar tanto ao próximo quanto a Deus. Dois “pensamentos” podem nos ajudar nesta reflexão: (1) “A coisa mais importante que um pai pode fazer pelo filho é amar a sua mãe” ( Theodore Martin Hesburgh) e, (2) “O amor é uma escada de ouro pela qual o coração sobe ao céu” ( Geibel Emanuel).

10.   Até onde a participação dos pais na vida da comunidade é importante para a educação dos filhos?
A participação dos pais na vida da comunidade – na Missa, especialmente – é essencial para a educação religiosa dos filhos. Mesmo não entendendo a celebração de que participam, eles vão, com o tempo, compreendendo que ali, na igreja, dá-se algo de importante, e de tanta importância que até os seus pais participam. Essa catequese, dada pelos pais, marca profundamente a vida dos filhos.

11.   É verdade que, com a catequese familiar, os pais também educam para a cidadania?
Sim. Ser cidadão é estar atento, preocupado e ocupado com o bem estar de todas as pessoas. Ao auxiliar os filhos a entenderem o valor da vida e a dignidade a ela conferida por Deus, os pais tornam-se verdadeiros e autênticos educadores, sendo para a família testemunhas de que toda pessoa é única, e tem o direito (divino) de ser respeitada e acolhida em sua dignidade, particularidade e diversidade. Quem educa para Deus, educa para a formação de uma sociedade justa e fraterna, onde todos, sem exceção, são igualmente dignos porque são igualmente filhos e filhas de Deus.

12.   As Famílias incompletas, ou desfeitas, podem catequizar os seus filhos?
Sim. A imperfeição e o pecado, presentes no mundo, estão também presentes nas famílias. São muitas as situações de conflito e dor, que atingem tanto os pais como os filhos. Essas situações, contudo, não impedem que o pai, ou a mãe, ou ainda outra pessoa, auxilie a criança a descobrir a Deus, e Nele o amor que não conseguiu encontrar em casa. Não existem pais perfeitos; todos, apesar de suas limitações, são chamados a serem “mestres” na fé e para a vida.

13.   O testemunho dos pais é importante na educação dos filhos?
Sim. O testemunho dos pais é essencial na educação da fé dos filhos. Testemunhar é fazer o que se ensina; é praticar o que se aconselha; é catequizar transformando as palavras em gestos e atitudes. Disse Paulo VI: “o homem de hoje escuta com melhor boa vontade as testemunhas do que os mestres, ou então se escuta os mestres, é porque eles são testemunhas”.

14.   É necessário que os pais acompanhem os filhos na catequese que eles recebem na comunidade?
Sem dúvida! É de grande importância que os pais acompanhem a catequese na comunidade. Em casa, os pais devem interessar-se perguntando aos filhos sobre a catequese, sobre as atividades a serem desenvolvidas em casa, sobre o relacionamento com as/os catequistas. Na comunidade, é interessante – é necessário – que os pais procurem as/os catequistas de seus filhos, conversem com elas/eles, peçam ou dêem sugestões, troquem informações. Quanto mais pais e catequista estiverem unidos e em sintonia tanto mais os filhos (catequizandos) serão beneficiados. Daí a importância dos pais participarem das “reuniões de pais” programadas pela coordenação da catequese da comunidade. Catequistas e pais devem ter consciência de que a catequese dada em casa e a catequese dada na comunidade se complementam! A catequese só é completa quando pais e catequistas atuam juntos, tendo como motivação a fé, como ponto em comum o serviço, e como meta a evangelização.

15.   Concluindo
Com a palavra, João Paulo II: “Nos primeiros anos de vida da criança, lançam-se a base e o fundamento do seu futuro. Por isso mesmo, devem os pais compreender a importância de sua missão a este respeito. Em virtude do batismo e do matrimônio são eles os primeiros catequistas de seus filhos: de fato educar é continuar o ato de geração. Nesta idade, Deus passa de modo particular ‘através da intervenção da família’. As crianças têm necessidade de aprender e de ver os pais que se amam, que respeitam a Deus, que sabem apresentar o ‘conteúdo cristão’ no testemunho e na esperança ‘de uma vida de todos os dias vivida segundo o evangelho’. O testemunho é fundamental. A palavra. A Palavra de Deus é eficaz em si mesma, mas adquire sentido concreto quando se torna realidade na pessoa que anuncia. Isto vale de modo particular para as crianças para as crianças que ainda não têm condições para distinguir entre a verdade anunciada e a vida daquele que a anuncia. Para a criança não há distinção entre a mãe que reza e a oração: mais ainda, a oração tem especial valor porque é reza da mãe” (Porto Alegre, RS,1980).
www.santuariodasalmas.com.br
 

O Catequizando e a Catequese - Folder para distribuição entre os Catequizandos

Boa Tarde Pessoal,

     Todos os anos, no início do ano catequético gosto de entregar aos catequizandos este folder, que contém perguntas e respostas interessantes e pertinentes sobre a catequese. É um material auto-explicativo, que a criança poderá entregar também aos seus colegas e familiares.

     Espero que gostem!!

     Um forte abraço,
     Layse


01.  Por que a Catequese oferecida pela comunidade é importante para mim?
A catequese oferecida pela comunidade é importante para você porque o/a ajuda a abrir o coração e a mente para Deus, para o próximo, para você mesma/o e para o universo. Ao abrir o coração e a mente, você se deixa amar e dispõe-se a amar as pessoas, a adorar a Deus e a usar com responsabilidade as coisa deste mundo.

02.  Qual o significado da palavra “catequese” ?
A palavra “catequese” é de origem grega e significa “o ato de instruir” de ensinar a doutrina e de apresentar os mistérios da fé. Catequizando, portanto, é aquela pessoa que se dispõe a acolher os ensinamentos de Deus, transmitidos pela Igreja, por meio dos catequistas.

03.  Por que eu não posso fazer a catequese em casa, estudando sozinho? 
Por três motivos: primeiro porque a catequese exige uma instrução sistemática e progressiva, isto é, o aprendizado deve ter começo, meio e fim, no sentido de que você receba todo o conteúdo, e não apenas parte dele: segundo porque, com auxílio do/da catequista, você esclarece as dúvidas que tem e, terceiro, porque você, sendo batizado, é membro da Igreja e participa de uma comunidade; assim, você faz a experiência, também na catequese, de não viver a fé isoladamente, mas em unidade com outros batizados – os seus amigos e amigas de catequese.

04.  Os meus pais podem ser meus catequistas?
Podem e devem! Eles são os seus primeiros catequistas, já a partir do momento em que você foi concebido/a, no seio da sua mãe. Porém, por mais dedicados e informados que eles sejam, ainda assim a comunidade, por meio dos catequistas, pode ampliar e aprofundar o que você aprendeu em casa. O ideal é que a catequese comunitária complemente a catequese familiar. Uma, contudo, não dispensa a outra.

05.  O que é necessário para que eu aproveite ao máximo a catequese?
Para que você aproveite ao máximo a catequese é essencial que você se dedique a ela, tendo consciência de que, mais do que uma obrigação, ela é uma oportunidade de você encontrar o verdadeiro sentido da vida. História, matemática, geografia, ciências... tudo é  importante. Não basta, porém, ter muitos conhecimentos; nós somos a soma de “cabeça e coração”, de “corpo e espírito”, de “razão e emoção”. Somos seres que necessitam tanto do alimento para o corpo como do alimento para o intelecto (mente) e para o espírito (alma).

06.  Isso quer dizer que a catequese não é apenas mais uma “matéria” a ser estudada?
Justamente! Você não deve dedicar à catequese apenas o tempo que sobra, mas fazer da catequese uma prioridade, isto é, deve colocá-la em primeiro lugar, sem, contudo abandonar ou relaxar no estudo escolar. Dar prioridade à catequese quer dizer dedicar atenção e tempo para rever em casa o que você refletiu junto com a/o catequista; quer dizer também participar dos encontros com interesse, disposto/a fazer uma autêntica experiência de Deus.

07.  O que mais pode me ajudar a participar com proveito da catequese?
Você participará com proveito da catequese, além de tê-la como prioridade, ao cuidar daquelas pequenas coisas, como ser pontual, prestar atenção, zelar do material (do seu, do de seus colegas, da/o catequista, da comunidade), respeitar a/o catequista, participar das atividades, não sair antes do término dos encontros, não atrapalhar com brincadeiras fora de hora, levar para a catequese somente o que utilizar nos encontros, ser amigo/a de todos os seus colegas, não faltar, empenhar-se para compreender o que a/o catequista estiver ensinando... Essas são apenas algumas dicas. Certamente você descobrirá outras; o importante é que você se esforce para que o tempo investido na catequese seja aproveitado o máximo possível.

08.  Quem participa da catequese deve participar também da Missa?
Sim. A Missa é a nossa “maior” oração, porque nela quem preside a celebração é o próprio Cristo, na pessoa do sacerdote. Os catequizandos que levam a sério e entendem a catequese participa da missa com alegria, sem que seja necessário exigir deles que participem. Você pode avaliar como está indo a sua catequese pela motivação que existe em você para participar da Missa. Quanto mais a catequese for importante para você, tanto mais vontade você terá de Participar da Missa.

09.  O que fazer quando, nos domingos, não há Missa em minha comunidade?
Se na sua comunidade não há Missa nos domingos, participe da celebração realizada na mesma, Essa celebração pode ser a celebração pode ser a celebração da Palavra (sem a presença do sacerdote). Em algumas comunidades, além da celebração da Palavra e da Eucaristia, dá-se o encontro fraterno entre as pessoas; Jesus está presente na comunidade que se reúne em seu nome. Portanto, participar das atividades da comunidade, inclusive das celebrações, não é tão-somente um dever, mas também um direito que você, como batizado/a, tem.

10.  Além da oração em comunidade, posso rezar em casa?
Sim. Todos os lugares são lugares de oração! O universo é um grande “templo”, onde Deus está presente, e quer ser adorado “em espírito e verdade”. Na catequese você aprenderá que a oração em comunidade é indispensável, como também o é a oração em família e a oração pessoal. Faça orações breves – de súplica, de pedido de perdão, de ação de graça, de adoração; assim você aprenderá a reza, por meio da prática e da experiência. Crie no seu coração um clima e um ambiente de oração; faça dele um santuário. Assim, onde você estiver, Deus estará com você.

11. Como a catequese pode me ajudar a estar a serviço da comunidade?
A partir da catequese, e das diversas atividades resultantes delas, você ira descobrindo as muitas possibilidades de serviço existentes na sua comunidade. Sonde o seu coração, peça as luzes do Espírito santo, e vá em frente! Peça orientação ao seu catequista: ele/ela poderá ajudá-lo/a a discernir onde e como você atuará. Quando completar a catequese para a Confirmação (crisma), você entenderá que estar a serviço dos outros não é uma questão de opção e sim uma exigência do ser cristão. Quem se dispõe a ser seguidor(= discípulo/a) de Cristo, deve viver para servir, e não para ser servido.

 12. Eu posso repassar aos meus pais e aos meus irmãos o que estou aprendendo na catequese?
É claro! Você é convidado/a a contar em casa o que estuda, reza e faz na catequese. Mesmo quando os seus pais não perguntam, diga a eles ao menos alguma coisa do que está acontecendo na catequese. Assim, você partilhará com eles o que você recebeu da Igreja por meio da comunidade.

13. O que posso fazer para demonstrar à minha/ao meu catequista que sou agradecida/o pelo que ela/ele faz por mim?
Demonstre que você o/a quer bem! Primeiro participando bem dos encontros, e depois demonstrando que você reconhece o quanto ela/ele se dedica para que você conheça mais e melhor a Jesus e ao Evangelho. Diga “obrigado/a, dê um abraço, leve flores, apresente-o/a seus pais, seja carinhoso/a com ele/ela, e tudo o mais que a sua criatividade sugerir e o seu coração mandar.

14. Como posso ajudar os meus colegas de catequese a aprenderem o que é ensinado pelo/a catequista?
O que você deve fazer para ajudar seus colegas é, antes de tudo, acompanhar com atenção os encontros de catequese. Depois de aprender o que foi ensinado, coloque-se à disposição deles; estudem juntos, na sua casa ou na casa de seus colegas; reúnam-se em dois, três ou mais colegas e partilhem o que aprenderam. Assim você estará sendo catequizando e catequista ao mesmo tempo. Tendo dúvidas, recorra ao/à seu/sua catequista, e aos colegas. A entre-ajuda é, além de importante, é também necessária. Não guarde dúvidas com você; busque quem o/a possa ajudar.

15. Concluindo
Aproveite ao máximo o tempo da catequese! Dedique-se à reflexão, à oração e à vivência de tudo o que for aprendendo. Deixe que Deus, por meio do/da catequista, mostre o quanto Ele o/a ama, e o quanto deseja que você ame a Ele e às pessoas!

Fonte: http://www.santuariodasalmas.com.br


Dinâmicas para os primeiros encontros de Catequese

Olá Pessoal!

     Já está na hora de recomeçarmos a nossa caminhada catequética. Quando pensamos no primeiro dia de encontro com os nossos catequizandos, a nossa cabeça enche de dúvidas: o que fazer? Como recepcioná-los? Como ou quantos serão? Como quebrar o gelo do primeiro dia?
     Alguns catequizandos já se conhecem da escola, da rua ou dos outros anos de caminhada na catequese. Porém, alguns chegam e se sentem totalmente perdidos... É nessa hora que o Catequista assume um papel fundamental, que é o de facilitador e aproximador em um encontro de catequese.
     Para ajudá-los neste momento, fiz uma seleção de dinâmicas que podem ser utilizadas nos primeiros encontros de catequese:

 
Dinâmica de apresentação
Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 139
O Helicóptero
Objetivo: apresentação e entrosamento.
Desenvolvimento: (duração 40 minutos).
Faz-se um círculo com os participantes da reunião.
O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).
O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.
a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.
b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.
c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.
d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.
e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.
f) Anuncia que todos foram salvos.

NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.
Sugestões para as questões  ;

a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?
b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?
c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?
d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?
e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha
conversado ainda.
Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 133
Apresentação
Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas.
Tempo: 45 minutos.
Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.

Cumprimento criativo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Matéria: Musica animada.
Descrição: O apresentador explica ao grupo que quando a música tocar todos deverão movimentar-se pela sala de acordo com o ritmo da mesma. A cada pausa musical. Congelar o movimento prestando atenção a solicitação que será feita pelo apresentador. Quando a Musica recomeçar atender a solicitação feita. O apresentador pedirá formas variadas de cumprimento corporal a cada parada musical.

Exemplo:

-Com a palmas das mãos;
-Com os cotovelos;
-Com os pés;

Após vários tipos de cumprimento, ao perceber que se estabelece no grupo um clima alegre e descontraído, o apresentador diminui a música pausadamente, pedindo a cada pessoa que procure um lugar na sala para estar de pé, olhos fechados, esperando que a respiração volte ao normal. Abrir os olhos, olhar os companheiros, formar um circulo, sentar.

Comentar o exercício:
-O que foi mais difícil executar? Porque?
-O que mais gostou?
-O que pode observar?

Jogo comunitário
Material: uma flor.
Desenvolvimento: os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda: senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou... E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho. O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.

Apoio
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 minutos.
Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.
Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?

Números
Objetivos: Conhecimentos Pessoais.
Material: Cartões com números diferentes.
Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém. Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha. Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante ao outro).
Palavra de Deus: Lc 15.3-7 Sl 8.
Karaokê
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Objetivo: Aprender o nome de todos.
Material: Nenhum.
Descrição: o coordenador deve pedir para os participantes um circulo e logo depôs deve mostra para todos que eles devem cantar e dançar do mesmo modo que o cantor principal.
O coordenador deve dar inicio parra incentivar e quebrar a timidez. O coordenador deve cantar assim: "O meu nome é Exemplo: Jesus", e todos devem cantar e dançar assim: "O nome de dele é Exemplo: Jesus".
Todos devem cantar e dançar em ritmo diferente dos que já cantaram e dançaram.
Exemplos: forró, romântica, sertaneja, axé, opera, rock, pagode etc.
Nome perdido
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 25 minutos.
Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.
Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.

Riqueza dos nomes
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as palavras montadas ou quadro-negro.
Descrição: Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala se olhando, enquanto uma música toca.
Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto (aperto de mão, abraço, beijo no rosto e etc).
Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos). Assim que pára a música, devem se associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).
Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papel também serve).
Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma palavra com estas sílabas (servem apenas as letras).
Exemplo: Anderson + JÚlio + DAiane = Ajuda
Airton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade
Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na
vida.
A teia da amizade
Participantes: 20 pessoas.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Um rolo (novelo) de fio ou lã.
Descrição: Dispor os participantes em círculo.
O coordenador toma nas mãos um novelo (rolo, bola)
de cordão ou lã. Em seguida prende a ponta do mesmo em um dos dedos de sua mão.
Pedir para as pessoas prestarem atenção na apresentação que ele fará de si mesmo. Assim, logo após se apresentar brevemente, dizendo que é, de onde vem, o que faz etc, joga o novelo para uma das pessoas à sua frente.
Está pessoa apanha o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá repetir o que lembra sobre a pessoa que terminou de se apresentar e que lhe atirou o novelo. Após faze-lô, essa segunda pessoa irá se apresentar, dizendo quem é, de onde vem, o que faz etc...
Assim se dará sucessivamente, até que todos do grupo digam seus dados pessoais e se conheçam. Como cada um atirou o novelo adiante, no final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros.
Pedir para as pessoas dizerem:
O que observaram;
O que sentem;
O que significa a teia;
O que aconteceria se um deles soltasse seu fio etc.
Mensagem: Todos somos importantes na imensa teia que é a vida; ninguém pode ocupar o seu lugar.
Técnica do abraço
Participantes: Indeterminado (todos os que estiverem participando)
Frase: "Quanta coisa cabe em um abraço."
Objetivos:
• criar uma certa intimidade e aproximação com os colegas;
• avaliar o sentimento de exclusão de quem está com o balão;
• sentir que precisa da colaboração do outro para não ser "atingido" pelo balão.

Observação: ABRAÇO (do dicionário): demonstração de carinho, de amizade, acolhimento, ligação, fusão, união. ABRAÇAR: apertar com os braços, entrelaçar-se, ligar-se, unindo-se. (Deixar claro a importância de um
abraço a quem precisa e entre o próprio grupo = UNIÃO).

OBS 2: levar bexigas e CD.
Descrição: Abraçar o colega encostando o peito e contando até três para trocar de "par".
Um participante fica de fora com um balão que deverá encostar no peito de alguém
"disponível" que assumirá o seu lugar ficando com o balão.
Para que não seja encostado o balão, o abraço deverá ser forte e bem próximo e a troca de pares deverá ser rápida.


Fonte: Apostila de Dinâmicas, volumes I e II. Site: www.catequisar.com.br.

 Um forte abraço,
Layse